14 Outubro 2020
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Divulgação

O projeto Girls In Space nas Escolas é uma atividade de formação  de professoras de Ciências em temas sobre Terra e Universo, de acordo com a Base Nacional Comum Curricular (BNCC). Acontecerá on-line nas manhãs dos quatro sábados de novembro de 2020, de forma gratuita. Essa primeira edição contemplará uma professora de cada estado do Brasil, podendo participar apenas profissionais da rede pública de ensino.

Ao final do curso, cada professora entregará um plano de aula sobre um dos temas abordados e, tendo cumprido todas as atividades propostas, receberá um certificado de participação. As inscrições acontecem até 10 de outubro no site do projeto, onde o edital também está disponível.

O projeto Girls In Space nas Escolas foi desenvolvido em apoio ao programa Space4Women, do Escritório da ONU para Assuntos do Espaço Exterior (UNOOSA). Por isso, será também foco da formação a discussão de possíveis ações que professores podem adotar para que a desigualdade de gênero nas ciências seja reduzida e os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável 4 (educação de qualidade) e 5 (igualdade de gênero), propostos pelas Nações Unidas, sejam atingidos até 2030.

Mesmo quem não for selecionada (afinal, é apenas uma vaga por estado!) pode encontrar inspiração para as próprias aulas nos canais educativos de duas das criadoras do projeto: Ale Pacini, doutora em Física Espacial, escritora e youtuber (canal O que diz a Física); e Rafaela Lima, professora de Ciências e edutuber do canal Mais Ciências. Além delas, Patricia Cruz, doutora em Astrofísica também está a frente da iniciativa.

Ale Pacini trabalha nos Estados Unidos como cientista associada do NorthWest Research Associates (NWRA), em Boulder, no Colorado, e também se dedica à divulgação científica. Em seu canal no YouTube, há material que pode interessar aos estudantes do Ensino Fundamental, como os movimentos do sol para os povos indígenas Guarani e informações sobre carreiras científicas, mulheres na ciênica, universo paralelo e a possibilidade de vida extra-terrestre.

Já a edutuber Rafaela Lima é professora de Ciências da rede pública e privada do estado do Rio de Janeiro. O seu canal no YouTube oferece conteúdo tanto para professores quanto para alunos: filmes para aulas de Ciências; tipos de microscópio; aprender Ciências com podcast, Instagram e por meio de plataforma virtual de ensino; dicas para professores darem aulas on-line (Rafaela tem 141 mil seguidores); além de muitos vídeos com conteúdo da matéria: organização dos seres vivos, ecossistemas terrestres, população e comunidade, diferença entre vírus e bactéria e saneamento básico são alguns deles.

Saber lançar mão da tecnologia para contatos virtuais pode ser positivo, ainda mais em se tratando de incluir mais meninas e mulheres no mundo científico. Boa navegação!

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